sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

(not a school rhyme) for the love of mine

foto para nosso cd (?)



once you walked into my life
i noticed you're the kind of girl i like
everything had changed
however, i couldn't get myself rearranged
think about what was really true because then i wouldn't say "i do"

and life goes 'round, and 'round again
as mirror images that meet somewhere
now it doesn't matter, it's true
i do, i do, i do, i do

domingo, 6 de dezembro de 2009

no limiar do crepúsculo

blured seats


Toda vez que te vejo me dá uma vontade de te controlar. O poder é algo que fascina. O que mais poderia ser? Queremos cada ínfima coisa detalhadamente de um jeito próprio que nem sempre é alcançado quando alça voo. Quem sabe como poderia ser?

Vendo o mundo de uma forma distorcida... Vendo. Vejo. Quem vai comprar? Apenas uma idéia, talvez. Uma idéia qualquer para os outros, que de longe observam sem nada entender. Uma idéia qualquer. Para você a única idéia possível. O único mundo viável.

Indizível. Como explicar os sonhos? Se ao menos o sonhador soubesse o que sonha... Mas, talvez, isso também não seria uma solução... ou seria? Seria?

Sorria! Não aquele sorriso amarelo de quem não sabe o que dizer. Fale a verdade: de dentro para fora. Diga-me tudo, não me esconda nada. E... sorria!

Quem vai comprar os seus sonhos? Quem vai bancar o seu mundo?

Faça o que fizer. Faça!

Seja quem quiser.... Seja quem quiser!

Sonhe.


terça-feira, 10 de novembro de 2009

trabalhar (!)





Um bom local de trabalho, como defini-lo? Se conversarmos com pessoas que estão procurando um emprego, iremos nos deparar com pelo menos três enfoques sobre o trabalho que podem ser resumidos pelos verbos ser, ter e fazer.

É comum a falta de consenso sobre o que é um bom local de trabalho. Digo consenso real. O lugar-comum do local de trabalho no qual podemos ganhar bem, estabelecer bons relacionamentos, sermos reconhecidos, contribuirmos com a criação de valor através das tarefas de trabalho, entre vários outros quesitos, é indiscutível.

Faço orientação profissional e aconselhamento de carreira há 7 anos. Me defrontei com públicos diversos: alunos de ensino fundamental e médio, universitários, intercambistas e suas famílias, executivos repensando suas carreiras. Todos sonhando com uma vida melhor.

Melhor para quem? Essa é a pergunta que faço aos meus orientandos no projeto de extensão que coordeno no UNESC, onde também leciono para os cursos de Direito, Administração e Ciências Contábeis. De que nos vale um trabalho, receber um bom salário e pagar com nossa saúde (física, mental e espiritual), nossos relacionamentos familiares e de amizade?

Não sou comunista, mas devo concordar com Karl Marx que o trabalho é mais do que simplesmente trabalhar, no sentido de força de trabalho física, ou mesmo psicológica. Trabalhar é mudar o mundo em que vivemos. Trabalhar é produzir bens, serviços. Trabalhar é construir nossa realidade particular.

Ser, ter e fazer. Verbos que deveríamos conjugar juntos. No presente do indicativo, no futuro do presente. Não importa; trabalhar deveria ser uma atividade de cidadania completa. Um exercício existencial.

Lembre-se da pergunta melhor para quem? Trabalhar é uma parte da vida, não o contrário.



* Fábio Nogueira é um trabalhador empenhado na construção de um mundo melhor e considera o trabalho um hobby. Nas horas vagas, é professor universitário em cursos de graduação e pós-graduação; faz pesquisas porque acha interessante aprender sobre o mundo e as pessoas; fotógrafo aprendiz [flickr 1, flickr 2], poeta amador e filósofo de final de semana.


segunda-feira, 9 de novembro de 2009

ridículo é não viver




Por tantas vezes na vida pensamos sobre o que os outros pensariam se fizéssemos o que queremos. Por quantas vezes mais abdicaremos de nós em prol do bem alheio? Ocorrem momentos de suspensão de nossos desejos para o bem comum.

Infiltradas em nossas almas estão a sociedade. Tudo de bom; tudo de ruim. Faça assim, assim. Desde pequenos, o convívio social - primeiro em família, depois na escola e no trabalho - nos ensina quem deveríamos ser. O ideal, ideologicamente formatado. O real se perde.

Se é ético, que problema tem?
Vem também!
Seja você, seja feliz!

Ridículo é não viver.